A reforma tributária não se resume à troca de siglas ou à simplificação prometida.
A reforma tributária vai muito além da substituição de siglas ou da promessa de simplificação do sistema fiscal. Trata-se de uma mudança estrutural que impacta diretamente a forma como as empresas apuram tributos, aproveitam créditos e interpretam seus próprios resultados financeiros.
O ponto mais sensível dessa transição não está, necessariamente, no risco de deixar de pagar impostos, mas em continuar utilizando critérios, cálculos e premissas do modelo antigo dentro de um sistema completamente novo. Esse tipo de equívoco costuma ser silencioso, acumulativo e, quando percebido, já gerou impactos financeiros relevantes.
Empresas que se antecipam, revisam seus processos internos e compreendem com profundidade os efeitos da reforma entram nesse novo cenário com previsibilidade, controle e capacidade de tomada de decisão mais segura. Já aquelas que ignoram as mudanças tendem a agir apenas de forma reativa, quando os problemas já se materializaram em autuações, perdas de crédito ou distorções nos resultados.
Na Certeira, o trabalho começa antes que o erro aconteça.
Porque decisões bem orientadas hoje são a melhor forma de evitar prejuízos amanhã.
